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	<title>Comentários sobre: &#8230;.a liberdade de expressão dos juízes&#8230;.</title>
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	<description>A justiça vista por dentro. O direito além da lei.</description>
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		<title>Por: C Sidney</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/a-liberdade-de-expressao-dos-juizes/#comment-729</link>
		<dc:creator><![CDATA[C Sidney]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Nov 2012 22:47:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Étienne De La Boétie, (“Discurso sobre a servidão voluntária”), afirma que o homem se submete ao tirano ou a tirania por vontade própria, porque se sente mais seguro sob o jugo e, se quisesse a sua liberdade de volta, bastaria rebelar. Coisa que faz raramente. “O navio está seguro no porto; mas navios são feitos para navegar” – a frase, mais ou menos essa, cujo autor me escapa, exemplifica o desejo humano de segurança em contradição ao de aventurar-se, reconstruir-se. Sim, reconstruir-se, porque é fato que na sociedade o homem está em permanente reconstrução, por isso deve ser livre. Liberdade é o direito de transformar-se. Reconstruir-se, quebrar paradigmas, regras, afrontar-se.  Mas, e há sempre um “mas” no caminho, “os homens desejam ser mais livres do que escravos, mas também preferem mandar a obedecer. O homem ama a igualdade, mas ama igualmente a hierarquia quando está situado em seus graus mais elevados.” (Norberto Bobbio – “Igualdade e Liberdade”). Vai daí que, há muito suspeito que o colunista têm os seus tropeços junto a hierarquia judiciária, confortavelmente instalada no trono, defendendo a lei como poder sem limites, respaldo totalitário de uma sociedade “encantada” por uma aparente “democracia”. Enfim, a hierarquia entrincheirada para lutar que “tudo mude, desde que continue sempre a mesma coisa”. Mas não se aflija, é assim mesmo, natural, e sempre será, pois que sem resistência do “Estado”, tudo descambaria para a “anarquia”. Para parabenizá-lo, professor, e a teus colegas que assinaram o manifesto, retorno a La Boétie, e fazer nossa as palavras do libertário: “Não nascemos apenas na posse de nossa liberdade, mas com a incumbência de defendê-la.” Caso contrário, vamos nos conformar com Ambrose – “Amargo” - Bierce, para quem “a liberdade é um dos mais preciosos bens da imaginação”. Um abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Étienne De La Boétie, (“Discurso sobre a servidão voluntária”), afirma que o homem se submete ao tirano ou a tirania por vontade própria, porque se sente mais seguro sob o jugo e, se quisesse a sua liberdade de volta, bastaria rebelar. Coisa que faz raramente. “O navio está seguro no porto; mas navios são feitos para navegar” – a frase, mais ou menos essa, cujo autor me escapa, exemplifica o desejo humano de segurança em contradição ao de aventurar-se, reconstruir-se. Sim, reconstruir-se, porque é fato que na sociedade o homem está em permanente reconstrução, por isso deve ser livre. Liberdade é o direito de transformar-se. Reconstruir-se, quebrar paradigmas, regras, afrontar-se.  Mas, e há sempre um “mas” no caminho, “os homens desejam ser mais livres do que escravos, mas também preferem mandar a obedecer. O homem ama a igualdade, mas ama igualmente a hierarquia quando está situado em seus graus mais elevados.” (Norberto Bobbio – “Igualdade e Liberdade”). Vai daí que, há muito suspeito que o colunista têm os seus tropeços junto a hierarquia judiciária, confortavelmente instalada no trono, defendendo a lei como poder sem limites, respaldo totalitário de uma sociedade “encantada” por uma aparente “democracia”. Enfim, a hierarquia entrincheirada para lutar que “tudo mude, desde que continue sempre a mesma coisa”. Mas não se aflija, é assim mesmo, natural, e sempre será, pois que sem resistência do “Estado”, tudo descambaria para a “anarquia”. Para parabenizá-lo, professor, e a teus colegas que assinaram o manifesto, retorno a La Boétie, e fazer nossa as palavras do libertário: “Não nascemos apenas na posse de nossa liberdade, mas com a incumbência de defendê-la.” Caso contrário, vamos nos conformar com Ambrose – “Amargo” &#8211; Bierce, para quem “a liberdade é um dos mais preciosos bens da imaginação”. Um abraço.</p>
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