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	<title>Comentários sobre: &#8230;.Combate à impunidade é álibi para crescimento do estado policial&#8230;.</title>
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	<description>A justiça vista por dentro. O direito além da lei.</description>
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		<title>Por: C Sidney</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/combate-impunidade-e-alibi-para/#comment-775</link>
		<dc:creator><![CDATA[C Sidney]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 00:56:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por coincidência, hoje, 18 de abril, comemora-se o nascimento do escritor Monteiro Lobato. Foi o primeiro escritor que li na vida, na biblioteca pública. Li tudo o que ele escreveu, infantis e adultos. Sou, portanto, “Filho de Lobato”. Claro, Lobato não é um escritor que agrada a todos. Seus livros têm lá os seus defeitos, como cada um de nós os possui de igual modo. Qualidades e defeitos são coisas da natureza humana. Como, por exemplo, o teu excelente texto e o lamentável comentário anônimo a ele agregado. Desculpe se vou me alongar. Em mil novecentos e quarenta e não sei quanto, quando Prestes foi candidato, Lobato enviou a ele uma mensagem que foi lida no palanque por Pedro Pomar, num comício no Vale do Anhangabaú. . Chamava-se “A parábola do Rei Vesgo”. Bem a propósito de tudo o que há escrito hoje em teu blog. Vamos a ela: “Na frente do palácio de certo Rei do Oriente havia um morro que lhe estragava o prazer. Esse Rei, apesar de ser vesgo, tinha uma grande vontade de &quot;dominar a paisagem&quot;; vontade tão grande que ele não pôde resistir, e lá um belo dia resolveu secretamente arrasar o morro. Tratava-se, porém, de um morro sagrado, chamado o Morro da Democracia, e defendido pelas leis básicas do reino. Nem essas leis, nem o povo jamais consentiriam em sua demolição, porque era justamente o obstáculo que limitava o poder do Rei. Sem ele o Rei dominaria ditatorialmente a paisagem, o que todos tinham como um grande mal. Mas aquele Rei, que além de vesgo era malandro, tanto espremeu os miolos que teve uma ideia. Piscou e chamou uns cavouqueiros, aos quais disse:— “Tirem-me um pouco de terra desse morro, ali há umas touceiras de craguatá espinhento. Se o povo protestar contra a minha mexida no morro, direi que é para destruir o craguatá espinhento; e que se tirei um pouco de terra foi para que não ficasse no chão nem uma raiz ou semente.”  (Craguatá ou Cravatá ou gravatá ou “abacaxi mirrado”, é uma planta daninha muito comum em solo pobre). Os cavouqueiros arrancaram os pés de craguatá e removeram várias carroças de terra. O povo não protestou; não achou que fosse caso disso. Só alguns ranzinzas murmuraram, ao que os apaziguadores responderam: &quot;Foi muito pequena a quantidade de terra tirada; não fará falta nenhuma&quot;.  Vendo que não houve protesto, o Rei, logo depois, deu nova ordem aos cavouqueiros para que arrancassem outro pé de qualquer coisa, mas com terra - ele fazia muita questão de que a planta condenada saísse sempre com um bocadinho de terra... Continuando o povo a não protestar, prosseguiu o Rei por muito tempo naquela política de &quot;extirpação das plantas daninhas do morro&quot;, e as foi arrancando, sempre &quot;com terra&quot;, até que um dia..— “Que é do morro?” Já não havia morro nenhum no reino. Desaparecera o Morro da Democracia, e o rei pôde, afinal, estender o seu olhar vesgo por todo o país e governá-lo despoticamente - não pelo breve espaço de apenas quinze anos, mas pelo de trinta e tantos, segundo rezam as crônicas históricas. Isso foi no Oriente. Mas nada impede que aqui aconteça o mesmo, porque também temos o nosso morrinho da Democracia, cheio dessas plantas más que costumam nascer em tais morros. É preciso, pois, que o povo se mantenha sempre vigilante, para que os nossos Reis vesgos não as arranquem &quot;com terra&quot;. Do contrário o morro se acaba - e... como é? Ditadura outra vez? Tribunalzinho de Segurança outra vez? Paizinho dos pobres outra vez?”( “no meu tempo a rota tava na rua” outra vez?) Esta parábola tem esse significado. É um protesto contra as primeiras carroçadas de terra que o nosso Rei, sob o pretexto de arrancar o craguatá espinhento, tenta remover o Morro da Democracia. Cesteiro que faz um cesto faz cem. Quem tira uma carroçada de terra tira mil. E arrematou, como arremataria novamente, o velho escritor: “O preço da liberdade é uma vigilância barulhenta como a dos gansos do Capitólio.” Afinal, Lobato também gostava muito dos ideais americanos. Um abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por coincidência, hoje, 18 de abril, comemora-se o nascimento do escritor Monteiro Lobato. Foi o primeiro escritor que li na vida, na biblioteca pública. Li tudo o que ele escreveu, infantis e adultos. Sou, portanto, “Filho de Lobato”. Claro, Lobato não é um escritor que agrada a todos. Seus livros têm lá os seus defeitos, como cada um de nós os possui de igual modo. Qualidades e defeitos são coisas da natureza humana. Como, por exemplo, o teu excelente texto e o lamentável comentário anônimo a ele agregado. Desculpe se vou me alongar. Em mil novecentos e quarenta e não sei quanto, quando Prestes foi candidato, Lobato enviou a ele uma mensagem que foi lida no palanque por Pedro Pomar, num comício no Vale do Anhangabaú. . Chamava-se “A parábola do Rei Vesgo”. Bem a propósito de tudo o que há escrito hoje em teu blog. Vamos a ela: “Na frente do palácio de certo Rei do Oriente havia um morro que lhe estragava o prazer. Esse Rei, apesar de ser vesgo, tinha uma grande vontade de &quot;dominar a paisagem&quot;; vontade tão grande que ele não pôde resistir, e lá um belo dia resolveu secretamente arrasar o morro. Tratava-se, porém, de um morro sagrado, chamado o Morro da Democracia, e defendido pelas leis básicas do reino. Nem essas leis, nem o povo jamais consentiriam em sua demolição, porque era justamente o obstáculo que limitava o poder do Rei. Sem ele o Rei dominaria ditatorialmente a paisagem, o que todos tinham como um grande mal. Mas aquele Rei, que além de vesgo era malandro, tanto espremeu os miolos que teve uma ideia. Piscou e chamou uns cavouqueiros, aos quais disse:— “Tirem-me um pouco de terra desse morro, ali há umas touceiras de craguatá espinhento. Se o povo protestar contra a minha mexida no morro, direi que é para destruir o craguatá espinhento; e que se tirei um pouco de terra foi para que não ficasse no chão nem uma raiz ou semente.”  (Craguatá ou Cravatá ou gravatá ou “abacaxi mirrado”, é uma planta daninha muito comum em solo pobre). Os cavouqueiros arrancaram os pés de craguatá e removeram várias carroças de terra. O povo não protestou; não achou que fosse caso disso. Só alguns ranzinzas murmuraram, ao que os apaziguadores responderam: &quot;Foi muito pequena a quantidade de terra tirada; não fará falta nenhuma&quot;.  Vendo que não houve protesto, o Rei, logo depois, deu nova ordem aos cavouqueiros para que arrancassem outro pé de qualquer coisa, mas com terra &#8211; ele fazia muita questão de que a planta condenada saísse sempre com um bocadinho de terra&#8230; Continuando o povo a não protestar, prosseguiu o Rei por muito tempo naquela política de &quot;extirpação das plantas daninhas do morro&quot;, e as foi arrancando, sempre &quot;com terra&quot;, até que um dia..— “Que é do morro?” Já não havia morro nenhum no reino. Desaparecera o Morro da Democracia, e o rei pôde, afinal, estender o seu olhar vesgo por todo o país e governá-lo despoticamente &#8211; não pelo breve espaço de apenas quinze anos, mas pelo de trinta e tantos, segundo rezam as crônicas históricas. Isso foi no Oriente. Mas nada impede que aqui aconteça o mesmo, porque também temos o nosso morrinho da Democracia, cheio dessas plantas más que costumam nascer em tais morros. É preciso, pois, que o povo se mantenha sempre vigilante, para que os nossos Reis vesgos não as arranquem &quot;com terra&quot;. Do contrário o morro se acaba &#8211; e&#8230; como é? Ditadura outra vez? Tribunalzinho de Segurança outra vez? Paizinho dos pobres outra vez?”( “no meu tempo a rota tava na rua” outra vez?) Esta parábola tem esse significado. É um protesto contra as primeiras carroçadas de terra que o nosso Rei, sob o pretexto de arrancar o craguatá espinhento, tenta remover o Morro da Democracia. Cesteiro que faz um cesto faz cem. Quem tira uma carroçada de terra tira mil. E arrematou, como arremataria novamente, o velho escritor: “O preço da liberdade é uma vigilância barulhenta como a dos gansos do Capitólio.” Afinal, Lobato também gostava muito dos ideais americanos. Um abraço.</p>
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		<title>Por: Anônimo</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/combate-impunidade-e-alibi-para/#comment-773</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 01:06:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Excelentíssimo Marcelo, o Brasil não precisa de mais tribunais. O Brasil precisa extinguir a CLT e a inútil justiça do trabalho. Duas aberrações que não existem em nenhum outro lugar do mundo. E, claro, aproveitar o embalo e extinguir a chamada justiça eleitoral. Outro lixo desnecessário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não tivesse tantos juízes trabalhistas perseguindo pequenos empresário e não tivesse tantos juízes eleitorais fazendo nada, teríamos mais juízes para outras coisas como julgar assassinatos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crime contra a honra deve ser extinto. Ah, os famosos danos morais também. hehehe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o Joaquim Barbosa não me representa! Ele votou pela não extradição do assassino italiano cesare battisti. Votou pró cotas...o que é uma vergonha. E foi além: votou pró monopólio dos correios(a segunda instituição mais corrupta do Brasil). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caos jurídico, o fascismo da era Vargas e a maldita CF de 1988 transformaram o Brasil em uma fábrica de advogados. Gente que não produz nada...gente que só suga riqueza.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelentíssimo Marcelo, o Brasil não precisa de mais tribunais. O Brasil precisa extinguir a CLT e a inútil justiça do trabalho. Duas aberrações que não existem em nenhum outro lugar do mundo. E, claro, aproveitar o embalo e extinguir a chamada justiça eleitoral. Outro lixo desnecessário. </p>
<p>Se não tivesse tantos juízes trabalhistas perseguindo pequenos empresário e não tivesse tantos juízes eleitorais fazendo nada, teríamos mais juízes para outras coisas como julgar assassinatos. </p>
<p>O crime contra a honra deve ser extinto. Ah, os famosos danos morais também. hehehe</p>
<p>E o Joaquim Barbosa não me representa! Ele votou pela não extradição do assassino italiano cesare battisti. Votou pró cotas&#8230;o que é uma vergonha. E foi além: votou pró monopólio dos correios(a segunda instituição mais corrupta do Brasil). </p>
<p>O caos jurídico, o fascismo da era Vargas e a maldita CF de 1988 transformaram o Brasil em uma fábrica de advogados. Gente que não produz nada&#8230;gente que só suga riqueza.</p>
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