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	<title>Comentários sobre: &#8230;.cumprir o direito também é zelar pela dignidade humana&#8230;.</title>
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	<description>A justiça vista por dentro. O direito além da lei.</description>
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		<title>Por: C Sidney</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/cumprir-o-direito-tambem-e-zelar-pela/#comment-576</link>
		<dc:creator><![CDATA[C Sidney]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:08:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lembro que (há muito tempo), foi removido um lixão na marginal do Tiete. Rapidamente um grupo empresarial se apossou irregularmente do imóvel e nele construiu um shopping. O governador da época, Paulo Maluf, apoiou a iniciativa com o argumento: “Se o terreno ficar desocupado, rapidamente ele se transformará numa favela”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O judiciário acompanhou a música executada a sua revelia e todos dançaram alegremente mais esse baile de gala da Ilha Fiscal.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;    Não houve trator derrubando a invasão; nem empresário espancado e muito menos investidor chorando por não ter onde morar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro que (há muito tempo), foi removido um lixão na marginal do Tiete. Rapidamente um grupo empresarial se apossou irregularmente do imóvel e nele construiu um shopping. O governador da época, Paulo Maluf, apoiou a iniciativa com o argumento: “Se o terreno ficar desocupado, rapidamente ele se transformará numa favela”. </p>
<p>    O judiciário acompanhou a música executada a sua revelia e todos dançaram alegremente mais esse baile de gala da Ilha Fiscal.</p>
<p>    Não houve trator derrubando a invasão; nem empresário espancado e muito menos investidor chorando por não ter onde morar.</p>
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	<item>
		<title>Por: XAD CAMOMILA</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/cumprir-o-direito-tambem-e-zelar-pela/#comment-575</link>
		<dc:creator><![CDATA[XAD CAMOMILA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 21:16:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os Filhos do Pinheirinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que quereis vos, petizes inocentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viestes ao mundo de tão insistentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tez incerta ou escura qual a noite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iguaria rara à demência do açoite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do opressor dos degredados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas garras dos soldados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que roubados da serventia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela abundância da mais-valia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vedes que vos negam o futuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó condenados ao cárcere do muro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inocentes, renitentes, insistentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frutos das paixões inconseqüentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pudesse vos devolveria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ventre de Maria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe dos degredados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esteio dos flagelados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que jamais vos libertaram&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal qual um dia imaginaram&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A servidão perdura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue em marcha a escravatura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que quereis então, petizes inocentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viestes ao mundo de tão insistentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tez duvidosa ou negra qual carvão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esperais que algum vos estenda a mão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desvanecei, pois, pequenos insistentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ousastes nascer, não sois inocentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Guimarães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.blogcidadania.com.br/2012/01/os-filhos-do-pinheirinho/]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os Filhos do Pinheirinho</p>
<p>Que quereis vos, petizes inocentes?</p>
<p>Viestes ao mundo de tão insistentes</p>
<p>De tez incerta ou escura qual a noite</p>
<p>Iguaria rara à demência do açoite</p>
<p>Do opressor dos degredados</p>
<p>Pelas garras dos soldados</p>
<p>Eis que roubados da serventia</p>
<p>Pela abundância da mais-valia</p>
<p>*</p>
<p>Vedes que vos negam o futuro</p>
<p>Ó condenados ao cárcere do muro</p>
<p>Inocentes, renitentes, insistentes</p>
<p>Frutos das paixões inconseqüentes</p>
<p>Se pudesse vos devolveria</p>
<p>Ao ventre de Maria</p>
<p>Mãe dos degredados</p>
<p>Esteio dos flagelados</p>
<p>Eis que jamais vos libertaram</p>
<p>Tal qual um dia imaginaram</p>
<p>*</p>
<p>A servidão perdura</p>
<p>Segue em marcha a escravatura</p>
<p>Que quereis então, petizes inocentes?</p>
<p>Viestes ao mundo de tão insistentes</p>
<p>De tez duvidosa ou negra qual carvão</p>
<p>Não esperais que algum vos estenda a mão</p>
<p>Desvanecei, pois, pequenos insistentes</p>
<p>Ousastes nascer, não sois inocentes</p>
<p>Eduardo Guimarães</p>
<p><a href="http://www.blogcidadania.com.br/2012/01/os-filhos-do-pinheirinho/" rel="nofollow">http://www.blogcidadania.com.br/2012/01/os-filhos-do-pinheirinho/</a></p>
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