﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>Comentários sobre: &#8230;.não há democracia sem povo nem partidos&#8230;.</title>
	<atom:link href="http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/</link>
	<description>A justiça vista por dentro. O direito além da lei.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Aug 2016 16:20:19 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.23</generator>
	<item>
		<title>Por: julio</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/#comment-885</link>
		<dc:creator><![CDATA[julio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2014 19:53:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/#comment-885</guid>
		<description><![CDATA[O povo é o principal agente da democracia. A democracia pode existir sem partido político. Aliás, no Brasil atual não temos partidos políticos, mas um cipoal de siglas partidárias sem nenhuma identificação ideológica de seus membros. O político troca de partido sem escrúpulo nenhum com o eleitor. A democracia pode perfeitamente existir com a adoção da candidatura avulsa, sem nenhuma vinculação partidária. Assim, deveria ser implantada no Brasil a CANDIDATURA AVULSA, BEM COMO O VOTO DISTRITAL PURO.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O povo é o principal agente da democracia. A democracia pode existir sem partido político. Aliás, no Brasil atual não temos partidos políticos, mas um cipoal de siglas partidárias sem nenhuma identificação ideológica de seus membros. O político troca de partido sem escrúpulo nenhum com o eleitor. A democracia pode perfeitamente existir com a adoção da candidatura avulsa, sem nenhuma vinculação partidária. Assim, deveria ser implantada no Brasil a CANDIDATURA AVULSA, BEM COMO O VOTO DISTRITAL PURO.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: C Sidney</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/#comment-797</link>
		<dc:creator><![CDATA[C Sidney]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 23:03:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/#comment-797</guid>
		<description><![CDATA[Para completar, Pancrácio é personagem de Machado de Assis na crônica “Bons dias”, publicada de 1.888 ( e disponível gratuitamente na internet – Google). A fina ironia do bruxo do Cosme Velho é leitura obrigatória para quem deseja entender relações sociais entre a elite e o povo desde aquela época e até hoje. A pequena crônica sobre a alforria do bom escravo, desperta múltiplas interpretações, uma delas é que a elite escravocrata queria “manter as aparências”, transformando um fato sério como a conquista da liberdade, em uma piada (o texto é engraçado), nascida de um ato de nobreza da classe superior. Machado de Assis voltaria ao tema dezenas de vezes em passagens curtas como em “Memórias póstumas de Brás Cubas” e em “Iaiá Garcia”, ao alforriar Raimundo preto “submisso e dedicado”, “feito expressamente para servir Luís Garcia”. ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para completar, Pancrácio é personagem de Machado de Assis na crônica “Bons dias”, publicada de 1.888 ( e disponível gratuitamente na internet – Google). A fina ironia do bruxo do Cosme Velho é leitura obrigatória para quem deseja entender relações sociais entre a elite e o povo desde aquela época e até hoje. A pequena crônica sobre a alforria do bom escravo, desperta múltiplas interpretações, uma delas é que a elite escravocrata queria “manter as aparências”, transformando um fato sério como a conquista da liberdade, em uma piada (o texto é engraçado), nascida de um ato de nobreza da classe superior. Machado de Assis voltaria ao tema dezenas de vezes em passagens curtas como em “Memórias póstumas de Brás Cubas” e em “Iaiá Garcia”, ao alforriar Raimundo preto “submisso e dedicado”, “feito expressamente para servir Luís Garcia”. </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: C Sidney</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/#comment-796</link>
		<dc:creator><![CDATA[C Sidney]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 22:36:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/#comment-796</guid>
		<description><![CDATA[Como sempre um texto lúcido. Achei interessante a parte onde vc diz “há uma impressão arraigada em certos setores que o povo é sempre influenciável e refém de benesses...”. Bingo. Já foi o tempo, mas “esses setores” ainda vivem no passado e ainda não se habituaram que “o novo sempre vem e o novo sempre vence”. O mundo mudou, muito e rápido. Quer um exemplo. No segundo dia de protesta nosso governador paulista defendeu a repressão violenta. É bem o caso do ditado “quando uma pessoa tem como único instrumento um martelo, todo problema que aparece é um prego”. Na segurança paulista o governo apostou na repressão e o escolheu como único instrumento. As bordoadas aumentam, mas a violência marginal cresce ao invés de diminuir. Não há combinação entre a idéia e o resultado. Depois nosso governador (e prefeito) afinou o tom e apareceu na televisão dizendo “ora pois, pois, não é bem assim...”  Outro fato foi a burrice de resistir ao pedido do povo em diminuir a tarifa: “a sabedoria tem de levar em conta o inesperado”, a frase é de Chesterton, no conto “A cruz azul” (editora L&amp;PM – 2011). Políticos experientes esqueceram-se do “inesperado” e agora correm atrás, tentam compreender. No mesmo conto, explica-se: “o cidadão é o artista criativo; o Estado apenas o crítico”. Tudo está acontecendo pela junção de muitas coisas; “Já estanquei meu sangue quando fervia/Olha a voz que me resta/Olha a veia que salta/Olha a gota que falta pro desfecho da festa” (“Gota D’água” – Chico Buarque). Políticos, servidores públicos, imprensa, mídia, todas as faces do Estado tem o dever de atuar com cautela, respeito, para não entornar o cálice das mágoas e para não acalentar o ovo da serpente. O povo quieta, mas não dorme; “certos setores” só esperam a oportunidade prá sair do limbo e espalhar medo, e depois vender seus paradigmas que visam comando, decisões em busca de lucros exclusivos. Não devemos nos esquecer, brasileiros, que o significado de “liberdade”, nós o forjamos na experiência do cativeiro (na escravidão e nos regimes de exceção, etc). E que os “certos setores da sociedade”, nunca reconheceram como conquista do povo. Sempre procuraram vender a idéia de que nos deram como recompensa por “nossa evolução” e por essa razão, pensam reservar-se ao direito de estabelecer os limites da liberdade; e por conseqüência, a distribuírem “petelecos”, como o patrão do bom Pacrácio, personagem de uma crônica de Machado de Assis (“Bons dias”), que justifica a surra indevida e injusta nestes termos: ”eu expliquei-lhe que o peteleco, sendo um impulso natural, não podia anular o direito civil adquirido por um titulo que eu lhe dei (a liberdade)”. O povo deve protestar seus descontentamentos, mas não devem perder de vista que não devem entregar suas conquistas e liberdade. Ao contrário, o momento é de defendê-las. (Dr Marcelo, peço desculpas pela extensão do texto, mas tenho cócegas nos dedos quando começo a escrever os comentários dos seus sábios ensinamentos. Um abraço). ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre um texto lúcido. Achei interessante a parte onde vc diz “há uma impressão arraigada em certos setores que o povo é sempre influenciável e refém de benesses&#8230;”. Bingo. Já foi o tempo, mas “esses setores” ainda vivem no passado e ainda não se habituaram que “o novo sempre vem e o novo sempre vence”. O mundo mudou, muito e rápido. Quer um exemplo. No segundo dia de protesta nosso governador paulista defendeu a repressão violenta. É bem o caso do ditado “quando uma pessoa tem como único instrumento um martelo, todo problema que aparece é um prego”. Na segurança paulista o governo apostou na repressão e o escolheu como único instrumento. As bordoadas aumentam, mas a violência marginal cresce ao invés de diminuir. Não há combinação entre a idéia e o resultado. Depois nosso governador (e prefeito) afinou o tom e apareceu na televisão dizendo “ora pois, pois, não é bem assim&#8230;”  Outro fato foi a burrice de resistir ao pedido do povo em diminuir a tarifa: “a sabedoria tem de levar em conta o inesperado”, a frase é de Chesterton, no conto “A cruz azul” (editora L&amp;PM – 2011). Políticos experientes esqueceram-se do “inesperado” e agora correm atrás, tentam compreender. No mesmo conto, explica-se: “o cidadão é o artista criativo; o Estado apenas o crítico”. Tudo está acontecendo pela junção de muitas coisas; “Já estanquei meu sangue quando fervia/Olha a voz que me resta/Olha a veia que salta/Olha a gota que falta pro desfecho da festa” (“Gota D’água” – Chico Buarque). Políticos, servidores públicos, imprensa, mídia, todas as faces do Estado tem o dever de atuar com cautela, respeito, para não entornar o cálice das mágoas e para não acalentar o ovo da serpente. O povo quieta, mas não dorme; “certos setores” só esperam a oportunidade prá sair do limbo e espalhar medo, e depois vender seus paradigmas que visam comando, decisões em busca de lucros exclusivos. Não devemos nos esquecer, brasileiros, que o significado de “liberdade”, nós o forjamos na experiência do cativeiro (na escravidão e nos regimes de exceção, etc). E que os “certos setores da sociedade”, nunca reconheceram como conquista do povo. Sempre procuraram vender a idéia de que nos deram como recompensa por “nossa evolução” e por essa razão, pensam reservar-se ao direito de estabelecer os limites da liberdade; e por conseqüência, a distribuírem “petelecos”, como o patrão do bom Pacrácio, personagem de uma crônica de Machado de Assis (“Bons dias”), que justifica a surra indevida e injusta nestes termos: ”eu expliquei-lhe que o peteleco, sendo um impulso natural, não podia anular o direito civil adquirido por um titulo que eu lhe dei (a liberdade)”. O povo deve protestar seus descontentamentos, mas não devem perder de vista que não devem entregar suas conquistas e liberdade. Ao contrário, o momento é de defendê-las. (Dr Marcelo, peço desculpas pela extensão do texto, mas tenho cócegas nos dedos quando começo a escrever os comentários dos seus sábios ensinamentos. Um abraço). </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: XAD</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/#comment-795</link>
		<dc:creator><![CDATA[XAD]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jun 2013 01:44:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogsemjuizo.com.br/nao-ha-democracia-sem-povo-nem-partidos/#comment-795</guid>
		<description><![CDATA[Ora, ora, ora. Olha quem acaba de chegar para se juntar ao Movimento: Sim! É ela: A luta de classes entrou na pauta. Porque a periferia não vai se omitir. Não vai deixar a Direita dar o Golpe. Só que as balas de lá, “não vão ser de borracha”. E agora, a revolucionária geração Coca-cola, que saiu do Facebook direto para o colo da extrema Direita, vai fazer o quê? Jogar Mentos em cima da periferia paulistana? Ou tentar cooptar a moçada para o “Movimento dos Sem Partido”? Façam suas apostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2013/06/contra-fascismo-grupos-de-periferia-se-articulam-em-sao-paulo-6181.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora, ora, ora. Olha quem acaba de chegar para se juntar ao Movimento: Sim! É ela: A luta de classes entrou na pauta. Porque a periferia não vai se omitir. Não vai deixar a Direita dar o Golpe. Só que as balas de lá, “não vão ser de borracha”. E agora, a revolucionária geração Coca-cola, que saiu do Facebook direto para o colo da extrema Direita, vai fazer o quê? Jogar Mentos em cima da periferia paulistana? Ou tentar cooptar a moçada para o “Movimento dos Sem Partido”? Façam suas apostas.</p>
<p><a href="http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2013/06/contra-fascismo-grupos-de-periferia-se-articulam-em-sao-paulo-6181.html" rel="nofollow">http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2013/06/contra-fascismo-grupos-de-periferia-se-articulam-em-sao-paulo-6181.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
