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	<title>Comentários sobre: &#8230;.sensacionalismo e dignidade humana&#8230;</title>
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	<description>A justiça vista por dentro. O direito além da lei.</description>
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		<title>Por: Anônimo</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/sensacionalismo-e-dignidade-humana/#comment-685</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jun 2012 03:25:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Marcelo, sabe que lição vejo nesse episódio? É que isso é fruto da herança maldita que os militares nos deixaram. Violar a dignidade da pessoa humana no Brasil virou &quot;lei&quot;. Quem o faz sabe que não será punido por isso. Olha, todos os dias tenho notícias de pessoas que foram, e neste momento estão sendo, torturadas em delegacias desse país.&lt;br /&gt;Me enoja saber que juízes e promotores sabem dessa triste realidade e convalidam esses procedimentos ilegais/inconstitucionais, como se fossem praticas aceitáveis. Kássio Costa, Advogado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Marcelo, sabe que lição vejo nesse episódio? É que isso é fruto da herança maldita que os militares nos deixaram. Violar a dignidade da pessoa humana no Brasil virou &quot;lei&quot;. Quem o faz sabe que não será punido por isso. Olha, todos os dias tenho notícias de pessoas que foram, e neste momento estão sendo, torturadas em delegacias desse país.<br />Me enoja saber que juízes e promotores sabem dessa triste realidade e convalidam esses procedimentos ilegais/inconstitucionais, como se fossem praticas aceitáveis. Kássio Costa, Advogado.</p>
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		<title>Por: Acarajé Sem Dendê</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/sensacionalismo-e-dignidade-humana/#comment-678</link>
		<dc:creator><![CDATA[Acarajé Sem Dendê]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 May 2012 18:20:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O episódio da repórter da Band Bahia, Mirella Cunha, tem provocado discussões acaloradas nas redes sociais. Porém, tenho notado um direcionamento equivocado nos debates. O foco no racismo deve ser desvinculado.&lt;br /&gt;É importante compreender que cerca de 80% da população soteropolitana é composta por negros, dos quais, a maioria foi empurrada para a marginalidade. Logo, os crimes de estupro, roubo, latrocínio, entre outros, são de competência dessa maioria. Os crimes de colarinho branco... Deixemos com os brancos.&lt;br /&gt;O problema mais grave identificado naquele espetáculo vira-lata (os cães que me perdoem) é uma modalidade de jornalismo praticado na Bahia que, tem como carro chefe, avacalhar com a cara de pequenos meliantes desconhecedores de seus direitos e isentos de bons advogados como Marcio Thomáz Bastos.o procurador da República, Wladimir Aras, ofereceu denúncia à Procuradoria Geral de Justiça do estado da Bahia, e a jornalista provavelmente será desligada da emissora.&lt;br /&gt;Que isso sirva de lição e exemplo para que episódios como esse não se repitam. Mas para isso é importante que a comunidade fique atenta a esses programas que promovem a ridicularização alheia.&lt;br /&gt;Não se pode deixar de lado a relação entre grupos de comunicação e a polícia. “Sob a custódia do Estado, acusados de crimes são jogados a sanha de jornalistas ou pseudojornalistas de microfone à mão em escandalosa parceria com agentes policiais”. Essa é uma fração da carta aberta, elaborada por um grupo de jornalistas, encaminhada ao governador Jacques Wagner. Qual é o retorno, seja ele financeiro ou de qualquer outra forma, que esses agentes policiais têm? E o que o delegado da 12° Delegacia de Itapoan tem a falar sobre isso?&lt;br /&gt;Na carta pode-se perceber também a relação entre esse circo e o campo político. “Há uma evidente vinculação entre esses programas e o campo político, com muitos dos apresentadores buscando, posteriormente, uma carreira pública, sendo portanto uma ferramenta de exploração popular com claros fins político-eleitoral.&lt;br /&gt;Programas como esse devem reformatar o tipo de jornalismo que praticam, ou encerrar as suas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.acarajesemdende.blogspot.com]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O episódio da repórter da Band Bahia, Mirella Cunha, tem provocado discussões acaloradas nas redes sociais. Porém, tenho notado um direcionamento equivocado nos debates. O foco no racismo deve ser desvinculado.<br />É importante compreender que cerca de 80% da população soteropolitana é composta por negros, dos quais, a maioria foi empurrada para a marginalidade. Logo, os crimes de estupro, roubo, latrocínio, entre outros, são de competência dessa maioria. Os crimes de colarinho branco&#8230; Deixemos com os brancos.<br />O problema mais grave identificado naquele espetáculo vira-lata (os cães que me perdoem) é uma modalidade de jornalismo praticado na Bahia que, tem como carro chefe, avacalhar com a cara de pequenos meliantes desconhecedores de seus direitos e isentos de bons advogados como Marcio Thomáz Bastos.o procurador da República, Wladimir Aras, ofereceu denúncia à Procuradoria Geral de Justiça do estado da Bahia, e a jornalista provavelmente será desligada da emissora.<br />Que isso sirva de lição e exemplo para que episódios como esse não se repitam. Mas para isso é importante que a comunidade fique atenta a esses programas que promovem a ridicularização alheia.<br />Não se pode deixar de lado a relação entre grupos de comunicação e a polícia. “Sob a custódia do Estado, acusados de crimes são jogados a sanha de jornalistas ou pseudojornalistas de microfone à mão em escandalosa parceria com agentes policiais”. Essa é uma fração da carta aberta, elaborada por um grupo de jornalistas, encaminhada ao governador Jacques Wagner. Qual é o retorno, seja ele financeiro ou de qualquer outra forma, que esses agentes policiais têm? E o que o delegado da 12° Delegacia de Itapoan tem a falar sobre isso?<br />Na carta pode-se perceber também a relação entre esse circo e o campo político. “Há uma evidente vinculação entre esses programas e o campo político, com muitos dos apresentadores buscando, posteriormente, uma carreira pública, sendo portanto uma ferramenta de exploração popular com claros fins político-eleitoral.<br />Programas como esse devem reformatar o tipo de jornalismo que praticam, ou encerrar as suas atividades.</p>
<p><a href="http://www.acarajesemdende.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.acarajesemdende.blogspot.com</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Resumos, dicas e maçetes!!!</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/sensacionalismo-e-dignidade-humana/#comment-672</link>
		<dc:creator><![CDATA[Resumos, dicas e maçetes!!!]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 May 2012 01:55:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Excelente reflexão!!! Sou de Recife-PE e aqui temos três desses programas - em canais locais - na hora do almoço, além do já citado Brasil Urgente!!É a teoria do direito penal máximo, em sua modalidade mais indecente, quem nos acompanha na hora do almoço!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de expor o seu texto - com a devida citação - em meu blog pessoal (resumosjuridicos.com).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yuri.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente reflexão!!! Sou de Recife-PE e aqui temos três desses programas &#8211; em canais locais &#8211; na hora do almoço, além do já citado Brasil Urgente!!É a teoria do direito penal máximo, em sua modalidade mais indecente, quem nos acompanha na hora do almoço!!!</p>
<p>Gostaria de expor o seu texto &#8211; com a devida citação &#8211; em meu blog pessoal (resumosjuridicos.com).</p>
<p>Yuri.</p>
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	<item>
		<title>Por: C Sidney</title>
		<link>http://blogsemjuizo.com.br/sensacionalismo-e-dignidade-humana/#comment-671</link>
		<dc:creator><![CDATA[C Sidney]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 22:20:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pode parecer absurdo o meu comentário. Mas sugiro uma leitura. Antiga. Mas tem quase que os mesmos ingredientes desta notícia de agora: intolerância, pré-julgamento, etc. E o verdadeiro e honrado,  muito diferente do atual. Indico, para quem ainda não leu e só conhece o jornalismo de hoje, uma matéria histórica: &quot;Justiça à noite&quot;, da jovem Martha Gellhorn, publicado no jornal americano &quot;The Spectator&quot;, em agosto de 1936. Por acaso a repórter foi testemunha e descreveu o que viu, o linchamento de um negro por um suposto estupro a uma mulher branca, reconhecida pelos próprios linchadores como pessoa sem muita credibilidade. (Mais tarde, muito mais tarde, Martha Gellhorn foi mulher de Ernest Hemingway). Pode ser lido hoje  no livro &quot;O grande livro do jornalismo&quot;, de José Olympio Editora (fls. 135). Ali naquelas poucas linhas Martha ensina que a melhor descrição de uma notícia é transmitir rigorosamente a verdade. Um abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer absurdo o meu comentário. Mas sugiro uma leitura. Antiga. Mas tem quase que os mesmos ingredientes desta notícia de agora: intolerância, pré-julgamento, etc. E o verdadeiro e honrado,  muito diferente do atual. Indico, para quem ainda não leu e só conhece o jornalismo de hoje, uma matéria histórica: &quot;Justiça à noite&quot;, da jovem Martha Gellhorn, publicado no jornal americano &quot;The Spectator&quot;, em agosto de 1936. Por acaso a repórter foi testemunha e descreveu o que viu, o linchamento de um negro por um suposto estupro a uma mulher branca, reconhecida pelos próprios linchadores como pessoa sem muita credibilidade. (Mais tarde, muito mais tarde, Martha Gellhorn foi mulher de Ernest Hemingway). Pode ser lido hoje  no livro &quot;O grande livro do jornalismo&quot;, de José Olympio Editora (fls. 135). Ali naquelas poucas linhas Martha ensina que a melhor descrição de uma notícia é transmitir rigorosamente a verdade. Um abraço.</p>
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