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China volta a pedir aos EUA respeito em relação a Taiwan, diz chanceler

ResumoO chanceler chinês Wang Yi pediu ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que Washington respeite os interesses fundamentais de Pequim em relação a Taiwan. O encontro em Manila, Filipinas, reforçou a posição chinesa de que Taiwan é parte inalienável da China e que os EUA devem evitar ações que prejudiquem a soberania e integridade territorial chinesa.

O chanceler chinês, Wang Yi, pediu ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que Washington respeite os interesses fundamentais de Pequim em relação a Taiwan. O encontro ocorreu em Manila, nas Filipinas, e sinaliza a continuidade das tensões entre as duas maiores economias do

Dani Quaresma
China volta a pedir aos EUA respeito em relação a Taiwan, diz chanceler

China volta a pedir aos EUA respeito em relação a Taiwan, diz chanceler — Foto: Reprodução / Blog Sem Juízo

China volta a pedir aos EUA respeito em relação a Taiwan

A China voltou a pedir aos Estados Unidos respeito em relação a Taiwan. O chanceler Wang Yi disse ao secretário de Estado Marco Rubio que Washington deve respeitar os "interesses fundamentais" de Pequim, aderir ao princípio de Uma Só China e administrar as disputas bilaterais. O encontro ocorreu em Manila, nas Filipinas, na terça-feira (21.jul.2026). A China quer que os EUA administrem as disputas bilaterais e evitem prejudicar a relação.

O que Wang Yi disse a Marco Rubio sobre Taiwan

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, disse ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que Washington deve respeitar os "interesses fundamentais" de Pequim, aderir ao princípio de Uma Só China e administrar as disputas bilaterais, durante o encontro entre os 2 em Manila, nas Filipinas, na 3ª feira (21.jul.2026).

Wang afirmou que os 2 países devem seguir o rumo traçado por seus presidentes e traduzir o consenso em ações coordenadas entre seus governos, segundo a agência de notícias estatal chinesa Xinhua.

O contexto da reunião entre China e EUA

Este ano tem sido significativo para as relações EUA-China, disse Wang, destacando o que descreveu como o encontro "histórico" entre os presidentes em Pequim. A cúpula estabeleceu a meta de construir uma relação construtiva e estrategicamente estável entre as duas maiores economias do mundo, afirmou.

Wang também expôs a posição da China sobre o que chamou de uma série de declarações e ações negativas recentes dos EUA. Ele pediu a Washington que abordasse as preocupações legítimas da China e que impedisse que as divergências prejudiquem a relação.

A declaração de Wang Yi sobre a relação bilateral

"Nossa responsabilidade agora é seguir o caminho traçado pelos 2 presidentes, remover interferências e superar obstáculos", disse Wang, de acordo com a Xinhua.

Ele afirmou que uma maior estabilidade estratégica entre os EUA e a China poderia contribuir para a paz global, enquanto uma interação mais construtiva entre as duas nações poderia impulsionar a cooperação internacional.

Os representantes também trocaram opiniões sobre questões internacionais e regionais, informou a agência Xinhua, sem fornecer detalhes.

Como a China vê o encontro com os EUA

Ambos os lados descreveram o encontro como pragmático, positivo e construtivo. Concordaram em implementar o consenso alcançado pelos 2 presidentes, utilizar os canais políticos e diplomáticos e preparar-se para a próxima etapa de intercâmbios de alto nível, segundo a versão chinesa.

Os 2 lados buscarão "progressos substanciais" rumo a uma relação EUA-China mais construtiva e estável, afirmou a Xinhua.

O que isso significa para o Brasil e o mundo

A pressão da China sobre os EUA em relação a Taiwan não é apenas um assunto de política externa. Ela afeta diretamente a economia global, já que as duas maiores economias do mundo estão envolvidas. Para o Brasil, que mantém relações comerciais com ambos os países, qualquer escalada de tensão pode impactar exportações, investimentos e o câmbio. O princípio de Uma Só China, defendido por Pequim, é um pilar da política externa chinesa, e qualquer desafio a ele pode gerar instabilidade.

relações China-EUA 2026

Perguntas Frequentes

O que é o princípio de Uma Só China?

É a posição oficial da China de que existe apenas uma China no mundo, e Taiwan é parte dela. A China exige que outros países respeitem esse princípio em suas relações diplomáticas.

Por que a China pediu respeito dos EUA em relação a Taiwan?

Porque Pequim considera que declarações e ações recentes dos EUA violam o princípio de Uma Só China e prejudicam os interesses fundamentais chineses.

O que foi discutido no encontro entre Wang Yi e Marco Rubio?

Eles discutiram a necessidade de respeitar o princípio de Uma Só China, administrar disputas bilaterais e implementar o consenso dos presidentes para uma relação mais estável.

Como a reunião foi descrita pelos dois lados?

Ambos os lados descreveram o encontro como pragmático, positivo e construtivo.

Qual o próximo passo nas relações China-EUA?

Os dois lados concordaram em utilizar canais políticos e diplomáticos e preparar a próxima etapa de intercâmbios de alto nível.

Dani Quaresma

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Dani Quaresma cobre o setor de meios de pagamento e crédito no Blog Sem Juízo. Análises técnicas, sem viés comercial.