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Infantino cita sucesso da Copa e projeta receita de US$ 15 bi

ResumoGianni Infantino, presidente da Fifa, anunciou projeção de receita de US$ 15 bilhões com a Copa do Mundo de 2026. O valor supera em US$ 2 bilhões a estimativa inicial de US$ 13 bilhões para o ciclo 2023-2026. A declaração ocorreu após o dirigente citar o sucesso comercial do torneio.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse que a entidade deve registrar receita de US$ 15 bilhões com a Copa do Mundo de 2026, superando em US$ 2 bilhões a projeção inicial de US$ 13 bilhões para o ciclo 2023-2026.

Igor Bastos
Infantino cita sucesso da Copa e projeta receita de US$ 15 bi

Infantino cita sucesso da Copa e projeta receita de US$ 15 bi — Foto: Reprodução / Blog Sem Juízo

Infantino cita sucesso da Copa e projeta receita de US$ 15 bi

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade deve registrar receita de US$ 15 bilhões com a Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. O valor supera a projeção divulgada antes do torneio, de US$ 13 bilhões, para o ciclo 2023-2026. A declaração foi feita durante apresentação às 211 associações nacionais filiadas no sábado (18.jul.2026), um dia antes da vitória por 1 a 0 da Espanha sobre a Argentina na final.

Por que a receita superou as expectativas?

Expansão do torneio e nova política de preços

O aumento está diretamente relacionado à expansão do torneio, que passou de 32 para 48 seleções e teve 104 partidas. A política de preços adotada também contribuiu. A ocupação média das áreas VIP nos estádios superou 99% durante a competição.

Venda de pacotes de hospitalidade e revenda de ingressos

Parte do aumento foi atribuída à venda de pacotes de hospitalidade e ao mercado oficial de revenda de ingressos. Nas transações desse mercado, a Fifa cobra uma comissão de 15% do comprador e outra de 15% do vendedor.

Receita com ingressos deve ultrapassar US$ 3,1 bilhões

A estimativa inicial da entidade para vendas de entradas era de US$ 3,1 bilhões, valor que deve ser ultrapassado quando o balanço final for divulgado. O montante inclui ingressos e pacotes VIP.

Quais são as principais fontes de receita da Fifa?

Direitos de transmissão lideram o faturamento

As principais fontes de receita no ciclo são:

  • Venda de direitos de transmissão: responsável por 44% do faturamento previsto
  • Ingressos e hospitalidade: 34%
  • Contratos de patrocínio: 20%

Custos operacionais da Copa do Mundo 2026

A Fifa estima custos operacionais de US$ 3,7 bilhões com a competição. O valor inclui a premiação distribuída às seleções participantes e outros gastos relacionados à realização do torneio.

Como funciona a Copa do Mundo?

A Copa do Mundo é um evento esportivo privado com fins de lucro. É realizada a cada 4 anos pela Fifa. As seleções se classificam por meio de eliminatórias. A comissão técnica e o elenco de cada time são escolhidos por entidades privadas.

O caso do Brasil: CBF como entidade privada

No Brasil, cabe à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) definir o treinador e os jogadores. A CBF é uma organização de direito privado, sem nenhum vínculo com o governo federal. O governo do Brasil não tem influência na escolha do time.

Perguntas Frequentes

Qual a receita projetada pela Fifa para a Copa de 2026?

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse que a entidade deve registrar receita de US$ 15 bilhões.

Quanto a Fifa previa antes do torneio?

A projeção divulgada antes do torneio era de US$ 13 bilhões para o ciclo 2023-2026.

Quanto a Fifa faturou com ingressos?

A estimativa inicial era de US$ 3,1 bilhões, valor que deve ser superado no balanço final.

Quais as principais fontes de receita da Fifa?

Direitos de transmissão (44%), ingressos e hospitalidade (34%) e patrocínios (20%).

Quanto a Fifa gastou com a Copa de 2026?

A Fifa estima custos operacionais de US$ 3,7 bilhões.

A CBF tem vínculo com o governo brasileiro?

Não. A CBF é uma organização de direito privado, sem nenhum vínculo com o governo federal.

Copa do Mundo 2026 Receita Fifa

Igor Bastos

Editoria Destaques

Igor Bastos cobre o setor de meios de pagamento e crédito no Blog Sem Juízo. Análises técnicas, sem viés comercial.