Pentágono confirma quase 100 militares feridos por ataques do Irã
O Pentágono confirmou em 20 de julho de 2026 que quase 100 militares norte-americanos ficaram feridos desde 7 de julho, após escalada do conflito com o Irã. O porta-voz Sean Parnell disse que a maioria sofreu concussões leves e que 96% já retornaram ao serviço. Três soldados morreram na Jordânia e no Iraque na última semana.
O anúncio oficial do Pentágono
O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, confirmou na segunda-feira (20.jul.2026) que quase 100 militares norte-americanos ficaram feridos desde 7 de julho, depois da escalada do conflito com o Irã. Nos últimos 10 dias, Teerã lançou uma nova série de ataques contra instalações dos Estados Unidos.
Parnell negou que o Pentágono tenha ocultado informações sobre as baixas sofridas pelas tropas norte-americanas nos ataques iranianos. Segundo ele, a maioria dos feridos sofreu apenas "concussões leves" e 96% dos militares afetados já retornaram ao serviço.
Mortes em combate na Jordânia e no Iraque
Além dos feridos, 3 militares norte-americanos morreram em combate na Jordânia e no Iraque na última semana. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou que retaliará todos os ataques iranianos que resultarem na morte de soldados norte-americanos.
O fim do cessar-fogo e a escalada
A tensão entre os Estados Unidos e o Irã voltou a aumentar depois do fim do cessar-fogo, em 8 de julho. Desde então, os 2 países trocam ataques militares. O conflito, que já dura meses, teve uma pausa breve antes de recomeçar com força total.
Dados oficiais e o sistema de registro de baixas
O Pentágono informou que os dados oficiais sobre mortos e feridos serão publicados no DCAS (Sistema de Análise de Baixas de Defesa), mas não informou quando a atualização será feita. O sistema reúne registros de baixas militares norte-americanas desde a 1ª Guerra Mundial.
O registro público mais recente é o da Operação Epic Fury, que marcou o início da série de ataques contra o Irã em 2026. Segundo o sistema, durante a ofensiva, encerrada em 5 de maio, morreram 14 militares norte-americanos e 447 ficaram feridos.
Contexto histórico do conflito EUA-Irã
O conflito entre Estados Unidos e Irã não é novo. Desde a Revolução Iraniana de 1979, os dois países mantêm relações marcadas por desconfiança e confrontos indiretos. A escalada recente, porém, trouxe combates diretos com baixas militares em território iraquiano e jordaniano.
A Operação Epic Fury, encerrada em maio de 2026, foi a primeira grande ofensiva norte-americana contra o Irã em décadas, com 14 mortos e 447 feridos. Agora, com quase 100 novos feridos em apenas duas semanas, o cenário se agrava.
Perguntas Frequentes
Quantos militares ficaram feridos nos ataques do Irã?
Quase 100 militares norte-americanos ficaram feridos desde 7 de julho de 2026, segundo o Pentágono.
Quantos soldados morreram?
Três militares norte-americanos morreram em combate na Jordânia e no Iraque na última semana.
O Pentágono ocultou informações sobre as baixas?
O porta-voz Sean Parnell negou que o Pentágono tenha ocultado informações sobre as baixas sofridas pelas tropas.
Quando o cessar-fogo terminou?
O cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã terminou em 8 de julho de 2026.
O que é o DCAS?
O DCAS (Sistema de Análise de Baixas de Defesa) é o sistema que reúne registros de baixas militares norte-americanas desde a 1ª Guerra Mundial.
Qual foi a operação anterior com baixas?
A Operação Epic Fury, encerrada em 5 de maio de 2026, deixou 14 militares mortos e 447 feridos.