Pesquisa Genial/Quaest: rejeição a Flávio Bolsonaro, apoio a Michelle e Lula fortalecido pela economia
A pesquisa Genial/Quaest divulgada recentemente escancara um cenário político em ebulição. Flávio Bolsonaro, que se prepara para disputar a Presidência, amarga 57% de rejeição, um índice que, na tradução do palanque, significa que mais da metade do eleitorado já descartou o nome dele. Enquanto isso, Michelle Bolsonaro surge com 42% de apoio nas disputas internas do grupo bolsonarista, e Lula aparece com 48% de aprovação, impulsionado pela economia.
A pesquisa Genial/Quaest mostra Flávio Bolsonaro com 57% de rejeição, Michelle Bolsonaro com 42% de apoio interno e Lula com 48% de aprovação, impulsionada pela economia. O levantamento também registra 69% de apoio ao fim da escala 6×1.
Flávio Bolsonaro: 57% de rejeição pesam na pré-candidatura
O levantamento aponta que Flávio Bolsonaro alcançou 57% de rejeição, índice considerado alto para um pré-candidato que se prepara para disputar a Presidência. Na prática, isso significa que, antes mesmo de a campanha começar, ele já enfrenta um teto de votos baixo. O número é um alerta para o grupo político que tenta viabilizar seu nome como herdeiro do eleitorado conservador.
Michelle Bolsonaro: 42% de apoio nas disputas internas
A pesquisa também mostra que 42% dos eleitores apoiam Michelle Bolsonaro nas disputas internas do grupo, evidenciando uma divisão significativa entre os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto Flávio carrega a rejeição alta, Michelle emerge como uma alternativa com potencial de unificar parte da base, embora ainda longe de um consenso.
Lula: 48% de aprovação impulsionada pela economia
No campo da avaliação do governo, o presidente Lula registrou 48% de aprovação, resultado impulsionado principalmente pela agenda econômica. A melhora em indicadores como emprego, renda e inflação contribuiu para elevar a percepção positiva do governo, segundo a análise da Quaest. Para o eleitor comum, isso se traduz em mais dinheiro no bolso e menos preocupação com o custo de vida.
Escala 6×1: 69% de apoio ao fim da jornada semanal
O estudo também mediu a percepção dos brasileiros sobre temas trabalhistas. Um dado que chamou atenção foi o apoio massivo de 69% ao fim da escala 6×1, modelo de jornada semanal que vem sendo debatido nacionalmente. A pesquisa indica que a maior parte da população vê a mudança como necessária para melhorar a qualidade de vida e reduzir o desgaste físico e emocional dos trabalhadores.
Como isso afeta você?
Os números da Genial/Quaest não são apenas estatísticas de gabinete. Eles sinalizam tendências que podem moldar o ambiente econômico e político dos próximos anos. Se a economia continuar melhorando, a aprovação de Lula tende a subir, o que pode influenciar decisões de investimento, juros e até o mercado de trabalho. Já a rejeição a Flávio Bolsonaro e o apoio a Michelle indicam que a direita ainda busca um nome competitivo, e isso pode gerar incertezas eleitorais que afetam desde o câmbio até a confiança do consumidor.
Os dados reforçam que o ambiente político de 2026 segue em rápida transformação, com disputas internas, mudanças de humor do eleitorado e forte influência da economia sobre a avaliação do governo federal. A pesquisa completa pode ser conferida no UOL, que detalha recortes regionais, tendências e comparações com levantamentos anteriores.
Perguntas Frequentes
O que é a pesquisa Genial/Quaest?
É um levantamento periódico que mede a intenção de voto, rejeição e avaliação do governo, encomendado pela Genial Investimentos e realizado pelo instituto Quaest.
Qual a rejeição de Flávio Bolsonaro?
A pesquisa aponta 57% de rejeição, índice considerado alto para um pré-candidato à Presidência.
Michelle Bolsonaro tem chance de ser candidata?
Ela registra 42% de apoio nas disputas internas do grupo bolsonarista, mas ainda não há definição oficial sobre a candidatura.
Por que Lula tem 48% de aprovação?
O resultado é impulsionado pela melhora em indicadores econômicos como emprego, renda e inflação, segundo a análise da Quaest.
O que é o fim da escala 6×1?
É a proposta de acabar com a jornada de trabalho de seis dias por um de descanso. A pesquisa mostra 69% de apoio à mudança.
Onde ver a pesquisa completa?
A pesquisa completa está disponível no UOL, com recortes regionais e comparações com levantamentos anteriores.