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Rybakina x Sabalenka: o que esperar da final do US Open

ResumoA final do US Open entre Elena Rybakina e Aryna Sabalenka ocorre neste sábado (11), às 17h, no Arthur Ashe Stadium. Sabalenka busca o tricampeonato do torneio, enquanto Rybakina chega com a liderança do ranking mundial garantida. O confronto decide o título de simples feminino em Nova York.

Aryna Sabalenka busca o tricampeonato no US Open e Elena Rybakina chega com a liderança do ranking garantida. A final acontece neste sábado (11), às 17h, no Arthur Ashe Stadium.

Sol Henriques
Rybakina x Sabalenka: o que esperar da final do US Open

Rybakina x Sabalenka: o que esperar da final do US Open — Foto: Reprodução / Blog Sem Juízo

Aryna Sabalenka traz a garra. Elena Rybakina traz o gelo. As duas se enfrentam na final do US Open neste sábado (11), às 17h, no Arthur Ashe Stadium. A belarussa busca o tricampeonato. A futura número 1 do mundo é quem está no caminho.

Sabalenka tenta se tornar a primeira mulher desde Serena Williams, em 2014, a conquistar três títulos consecutivos em Flushing Meadows. Rybakina chega com a liderança do ranking garantida, que herdará da rival na segunda-feira (14).

Um confronto que já virou tradição

Esta será a terceira final de Grand Slam entre as duas. As outras duas aconteceram no Australian Open. Sabalenka triunfou em 2023. Rybakina se vingou na atual temporada, preparando o terreno para mais um capítulo.

O retrospecto é apertado: 10 vitórias para Sabalenka, 7 para Rybakina. Nas palavras de Sabalenka, "vai ser uma partida muito difícil". Ela completou: "Ela saca muito bem e melhorou bastante o jogo de fundo de quadra ao longo dos anos".

O estilo das duas não poderia ser mais diferente. Sabalenka, emotiva, se alimenta da energia da torcida. Rybakina raramente perde a compostura. Os jogos de potência já produziram algumas das partidas mais emocionantes do circuito.

O peso de cada vitória

Para Sabalenka, um título significaria o quinto Grand Slam, igualando-a a Maria Sharapova e Martina Hingis. Para Rybakina, seria o terceiro, após Wimbledon em 2022 e a Austrália no começo do ano.

A trajetória de Rybakina até aqui é notável. Nascida na Rússia e representante do Cazaquistão, ela superou um problema no tornozelo que ameaçou sua campanha antes mesmo de o torneio começar.

Na semifinal, Sabalenka venceu Jessica Pegula por 2 sets a 0 (7-5 e 6-2) e cedeu apenas um set em todo o torneio. Rybakina superou Coco Gauff por 2 a 1 (3-6, 6-4 e 6-4), em partida bem mais acirrada.

O confronto também tem um pano de fundo geopolítico, considerando a nacionalidade de Sabalenka e as raízes russas de Rybakina, em meio à guerra da Rússia na Ucrânia. Sabalenka manteve o foco no tênis.

"Na maioria das vezes, os placares são apertados", disse Rybakina. "É aí que as decisões fazem a diferença."

Sol Henriques

Editoria Destaques

Sol Henriques cobre o setor de meios de pagamento e crédito no Blog Sem Juízo. Análises técnicas, sem viés comercial.

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