Já tentou entender o que está por trás de uma briga política que parece não ter fim? Pois é, a eleição paulista de 2026 já começou a esquentar, e quem está colocando lenha na fogueira é a vereadora Luna Zarattini (PT-SP). Numa entrevista que pegou fogo, ela chamou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de 'inimigo número 1 da educação' e afirmou que ele promove um 'desmonte' no Estado. Mas o que isso significa na prática para quem vive em São Paulo?
Resposta direta: o que Luna Zarattini disse sobre Tarcísio? A vereadora Luna Zarattini (PT) afirmou que o governador Tarcísio de Freitas é 'inimigo número 1 da educação' e promove um 'desmonte' no setor em São Paulo. Ela citou falta de estrutura nas escolas, professores adoecendo e a 'plataformização' do ensino. Também criticou a privatização da Sabesp e as concessões de trens e metrôs, chamando o governador de 'Tarciságio' pelos pedágios.
O 'desmonte' na educação que a vereadora denuncia
Luna Zarattini foi direta ao descrever a situação nas escolas paulistas. Segundo ela, 'falta privada, o teto das escolas está caindo, as escolas têm falta de estrutura'. O problema maior, na visão da petista, é a 'plataformização' do ensino, uma política que, segundo ela, faz com que 'nem o professor consegue dar aula pelas plataformas nem os estudantes conseguem aprender'. O resultado? 'Os professores têm adoecido demais', declarou.
Privatizações e concessões na mira
A crítica não parou na sala de aula. A vereadora também mirou na privatização da Sabesp, a companhia de abastecimento estadual, e nas concessões de linhas de trens metropolitanos e metrôs. 'Isso tem prejudicado muito aqueles e aquelas que trabalham com transporte no nosso Estado', acrescentou. O trocadilho com os pedágios, 'Tarciságio', foi a cereja do bolo para quem acompanha o dia a dia do trânsito paulista.
O cenário político: quem é quem na eleição de 2026
Tarcísio de Freitas é um aliado da família Bolsonaro. Foi ministro da Infraestrutura durante a Presidência de Jair Bolsonaro (PL) e apoia a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto. Do outro lado, o PT aposta em Fernando Haddad como pré-candidato ao governo paulista e em Lula na disputa à reeleição. 'Vamos com tudo nessa eleição para varrer o bolsonarismo do Estado de São Paulo', disse Luna, que também coordena a campanha de Lula.
'TariFlávio' e o caso Master: a ofensiva petista
A vereadora não poupou críticas à família Bolsonaro. 'A família Bolsonaro não tem nada para falar do presidente Lula e do nosso governo, até porque estão enroscados, enrolados no maior caso de corrupção bancária que a gente viu com o Daniel Vorcaro e o Banco Master', afirmou. Ela ainda disse que Flávio 'vai perder as eleições' e que o clã está 'enroscado' no caso Master. A esquerda, segundo ela, teve avanços recentes ao associar Flávio ao tarifaço dos EUA sobre produtos brasileiros, criando o termo 'TariFlávio'.
Redes sociais e a briga digital
Luna Zarattini reconheceu o domínio da direita nas redes sociais, mas responsabilizou as big techs. 'As redes sociais são dominadas pela direita e pela extrema-direita porque as empresas, as big techs, não são neutras', disse. Ela associou o avanço da direita à 'proliferar discursos mais simplistas e respostas rápidas para problemas complexos'. A saída, para a esquerda, seria 'fazer essa mobilização digital' com propostas mais densas.
Perguntas Frequentes
O que Luna Zarattini disse sobre Tarcísio?
Ela afirmou que o governador é 'inimigo número 1 da educação' e promove um 'desmonte' no setor, com falta de estrutura e 'plataformização' do ensino.
Quais foram as críticas à privatização da Sabesp?
Luna criticou a privatização da Sabesp e as concessões de trens e metrôs, dizendo que prejudicam quem trabalha com transporte no Estado.
Quem são os pré-candidatos ao governo de SP em 2026?
O PT tem o ex-ministro Fernando Haddad como pré-candidato. Tarcísio de Freitas, do Republicanos, é o atual governador e aliado de Bolsonaro.
O que é o caso Master citado pela vereadora?
Luna se referiu ao 'maior caso de corrupção bancária' envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, que, segundo ela, enrosca a família Bolsonaro.
Como a esquerda pretende reagir nas redes sociais?
Luna defendeu uma 'mobilização digital' com propostas mais complexas, em vez de discursos simplistas que, na visão dela, dominam a direita.